"Subindo na tabela rumo ao hexa em ingles" - Views: 148 · Hits: 148 - Type: Public


Subindo na tabela rumo ao hexa em ingles

※ Copy Link & paste in new tab: https://bit.ly/2Swpl5k















No primeiro tempo equilibrado, mas no qual a Costa Rica pareceu mais estável dentro de seu estilo, Kolarov teve uma atuação defensiva interessante, contendo a transição adversária, que era acelerada desde a reposição do goleiro Keylor Navas até a chegada nos jogadores de lado, sempre incisivos em busca da movimentação dos atacantes ou de Bryan Ruiz, cabeça pensante do meio-campo. Ofensivamente, entretanto, o jogador da Roma vinha tendo uma atuação discreta. Salvo um chute cruzado nos minutos iniciais, o lateral-esquerdo se prontificou a equilibrar a primeira linha e deixá-la balanceada no momento defensivo, avançando muito pouco ao ataque. Esta missão coube a Ivanovic, que atuou pelo lado direito sérvio. Parecia mesmo que a atuação atrás do meio-campo seria o grande destaque da partida do lateral, não fosse a falta sofrida por Mitrovic na intermediária direita. Especialista no quesito, Kolarov cobrou com extrema perfeição e, assim que a bola passou pela barreira, Navas nada pôde fazer para evitar as redes estufadas. Ao sair para comemorar, o camisa 11 não só abriu o placar, como garantiu a vitória da Sérvia. Na manhã deste domingo, a Sérvia saiu na frente no grupo E da , que também tem Brasil e Suíça, com. A partida teve chances para as duas equipes e foi decidida na bola parada: uma falta cobrada com maestria por Kolarov que venceu Keylor Navas. Os números da partida comprovam o equilíbrio visto em campo. As equipes se equivaleram com a bola no pé. A posse de bola foi dividida igualmente, com 50% para cada lado, e o aproveitamento nos passes, 83%, foi o mesmo para as duas seleções. Quanto aos passes, a diferença é pequena: a Costa Rica trocou mais passes 355 passes certos e priorizou toques curtos, enquanto a Sérvia apostou em bolas mais longas e trocou menos passes 322 passes certos. A Costa Rica finalizou três vezes na direção do gol de Stojkovic, três vezes para fora e teve quatro chutes bloqueados pela defesa. Já a Sérvia chutou três bolas na direção do gol de Keylor Navas, outras cinco para fora e teve dois chutes travados. Na defesa, mais equilíbrio. A defesa costarriquenha roubou 38 bolas, bloqueou dois chutes e cometeu 18 faltas, enquanto a defesa sérvia, que se mostrou um triunfo da equipe, recuperou 42 bolas, travou quatro chutes e cometeu 15 faltas. E foi justamente por causa de uma destas 18 faltas que a Costa Rica, apesar de equilibrar o jogo, saiu de campo com derrota. O lateral esquerdo Kolarov, que, junto com Ivanovic pela direita, foi importante na defesa, decidiu a partida com cobrança de falta indefensável para Keylor Navas. O gol decisivo e a performance defensiva fizeram de. O primeiro jogo da deste domingo não foi grandioso em qualidade técnica, mas foi um duelo tático interessante de duas seleções que chegam como francos-atiradores na Rússia e um golaço que definiu a partida. Em Samara, na Cosmo Arena, a Sérvia contou com uma cobrança de falta excepcional de Kolarov para vencer a Costa Rica por 1 a 0, pelo grupo E. O primeiro tempo foi equilibrado, mas de momentos bastantes distintos. Depois de um início empolgante, as propostas passaram a ser menos agressivas e o cenário se tornou da Sérvia com posse da bola, mas pouca efetividade, enquanto a Costa Rica apostava nas transições rápidas para tentar surpreender. Se Milinkovic-Savic perdeu a melhor chance do jogo, do outro lado Ureña, Calvo e Giancarlo González levaram perigo, mas ninguém balançou a rede. Os 45 minutos finais fizeram com que a partida se encaminhasse para outra dinâmica, principalmente pelo gol logo no início. Aos 10, Mitrovic acabou calçado por Guzmán perto da área e na cobrança de falta brilhou a estrela de Kolarov. O lateral bateu com perfeição e Keylor Navas nada pôde fazer. No decorrer da partida, virou um verdadeiro ataque contra a defesa, mas os costa-riquenhos pouco assustaram o goleiro Stojkovic. Na próxima rodada, a Costa Rica terá a missão de se recuperar contra um adversário que se desenha indigesto. Na próxima sexta-feira, em São Petersburgo, o duelo é contra a Seleção Brasileira. Já a Sérvia tenta garantir mais um triunfo a fim da classificação contra a Suíça, também na sexta, em Kaliningrado. O JOGO Um começo empolgante e nada mais O duelo de costas-riquenhos e sérvios começou de forma até surpreendente, com muita intensidade e dois times muito a fim de propor o jogo para abrir o marcador em Samara. Logo no primeiro minuto, os europeus chegaram com perigo, mas a conclusão do lance teve um cabeceio de Mitrovic que ficou pelo caminho. A resposta sérvia veio pela bola parada, um escanteio, que Gonzáles testou nas mãos de Stojkovic. A primeira chance mais clara da partida foi da Costa Rica, aos 11 minutos, novamente com Gonzáles. O zagueiro subiu sozinho dentro da pequena área, mas o cabeceio ganhou altura e saiu raspando o travessão. Enquanto isso, a Sérvia já se comprometia a tocar a bola em busca de espaços, que pouco encontrava. As melhores jogadas saíam pelo lado direito, com Ivanovic e Savic, mas sem muita efetividade. Chances esparsas e jogo de muito toque, mas pouco chute Os números do jogo dizem muito a respeito da sequência da partida, a partir dos 15 minutos. Com mais de 60% de posse de bola, a Sérvia encontrava dificuldades para infiltrar com passes e um dos melhores do time nesse quesito, Matic, teve primeiro tempo apagado. Uma das alternativas passou a ser a ligação pelo alto e dessa forma, por pouco, Milinkovic-Savic não abriu o placar. Ele recebeu ótima bola de Kolarov, saiu na cara de Navas, que fechou bem o ângulo, contou com o chute fraco e fez a defesa. Final esperançoso da Costa Rica Duas chances da Costa Rica na reta final deixaram o jogo mais emocionante a atrativo. Aos 38, Ureña aproveitou a falha na saída de Tosic, recuperou, limpou a marcação e testou de longe, mas para fora. Três minutos depois, foi Calvo quem arriscou e, apesar de passar rente a trave, também saiu pela linha de fundo. Segundo tempo com a Sérvia melhor e na frente do placar O segundo tempo começou com a Sérvia fazendo o que pouco fez nos 45 minutos iniciais: finalizando. Aos quatro minutos, Mitrovic perdeu uma chance claríssima de gol. Na tabela com Milinkovic-Savic, o atacante recebeu na cara de Navas, que se agigantou e fez grande defesa para manter a igualdade no placar. Entretanto, o 0 a 0 não durou muito. Na verdade, mais seis minutos, quando Guzmán derrubou Mitrovic. Na cobrança, da intermediária direita, Kolarov fez uma pintura: colocou a bola no ângulo de Navas, que depois que a bola passou pela barreira pouco pôde fazer. Costa Rica, na tentativa do gol, povoando o ataque Atrás no placar, a Costa Rica mudou a postura e tentou povoar o campo ofensivo da Sérvia. A alternativa encontrada, porém, não se refletiu a correta: jogar bola na área. Mais altos, os europeus se sobressaíram, correram poucos riscos e, além disso, chegaram com perigo em alguns contra-ataques. Destaque para a atuação de Milinkovic-Savic, que controlou muito bem e dominou o meio-campo. Na reta final, já nos acréscimos, uma confusão tomou conta do jogo. A fim de acelerar a partida, um membro da comissão técnica da Costa Rica tentou pegar a bola que havia saído pela lateral, mas teve de conter a empolgação de Matic. Os dois se estranharam, mas tudo foi contornado pelo árbitro de Senegal. No último lance, apesar do impedimento, Bolaños perdeu uma chance incrível para a Costa Rica na cara do goleiro. Resultado final: 1 a 0 para Sérvia. FICHA TÉCNICA COSTA RICA X SÉRVIA Local: Cosmos Arena, em Samara Rússia Data: 17 de março de 2018 Domingo Horário: 9 horas de Brasília Árbitro: Malang Diedhiou Senegal Assistentes: Djibril Camara Senegal e El Hadji Samba Senegal GOL: Sérvia: Kolarov, aos 11 minutos 2T CARTÕES AMARELOS Costa Rica: Francisco Calvo, Guzmán Sérvia: Ivanovic, Aleksandar Prijovic COSTA RICA: Keylor Navas; Giancarlo González, Oscar Duarte e Johnny Acosta; Cristian Gamboa, David Guzmán Daniel Colindres , Celso Borges, Francisco Calvo; Bryan Ruiz, Johan Venegas Christian Bolaños e Marcos Ureña Joel Campbell Técnico: Oscar Ramirez SÉRVIA: Vladimir Stojkovic; Branislav Ivanovic, Nikola Milenkovic, Dusko Tosic e Aleksandar Kolarov; Nemanja Matic, Luka Milivojevic, Sergej Milinkovic-Savic, Dusan Tadic Antonio Rukavina e Adem Ljajic Filip Kostic ; Aleksandar Mitrovic Aleksandar Prijovic Técnico: Mladen Krstajic Zico, Leônidas da Silva, Falcão, Platini, Eusébio e Cruyff são exemplos de craques que brilharam intensamente nos campos de todo mundo. Jogadores consagrados, eles conquistaram muitos títulos nacionais e internacionais pelos seus clubes. E, na sua época, foram destaques absolutos das suas seleções. Só que o destino foi ingrato com esses jogadores que carregam nas costas o peso de nunca terem conquistado uma Copa do Mundo, troféu maior para os profissionais de futebol. O mundo esportivo já viu seleções de grande qualidade técnica como as do Brasil de 1950 e 1982, a Hungria de 1954 e a Holanda de 1974, todas formadas por jogadores de grande talento, mas que não levaram sorte nas copas, perdendo para equipes de menor capacidade técnica, mas de maior competência na hora da decisão. Em contrapartida, outros jogadores sem o mesmo talento tiveram a felicidade de participar de uma equipe vencedora. O futebol brasileiro é pródigo nesses exemplos. Em cada time que conquistou uma Copa do Mundo havia pelo menos um jogador de técnica contestada que teve a felicidade de ser campeão. O lateral-direito De Sordi, em 1958, os zagueiros Jurandir, em 1962, e Fontana, em 1970, eram exemplos de jogadores que sempre causaram desconfiança por onde passaram. O técnico Carlos Alberto Parreira recebeu muitas críticas por conta da convocação e escalação do meia Paulo Sérgio na Copa de 1994. Na Copa de 2002 havia muita gente que não engolia Belletti. Eles são representantes de um grupo de talento sempre questionado, mas que conquistou o título de campeão do mundo que muitos craques consagrados gostariam de ter. Frustração brasileira País com maior número de títulos e, consequentemente, de jogadores campeões mundiais, o Brasil conta com craques consagrados como Pelé, Garrincha, Didi, Gérson, Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, que integram a galeria dos campeões do mundo. Já outros craques brasileiros reconhecidos nacional e internacionalmente não podem ostentar esta glória em seus currículos e até hoje se sentem frustrados por não terem conquistado o campeonato mundial de seleções. A lista de craques maltratados pelo destino em termos de Copa do Mundo tem início com Leônidas da Silva, o Diamante Negro, inventor da bicicleta, que jogou as copas de 1934 e 1938. Ele chegou a ser artilheiro em 1938 e deslumbrou o mundo. E ainda foi prejudicado pela ausência de copas entre 1938 e 1950, quando estava no melhor da sua forma. A trágica derrota de 1950 deixou alguns dos maiores jogadores da história do Brasil sem o título e carregando o peso do fracasso nas costas pelo resto das suas vidas. Zizinho, Danilo, Jair e Ademir entraram como heróis naquele 16 de julho e saíram como vilões após a surpreendente derrota para o Uruguai. A geração de 1982, dirigida pelo mestre Telê Santana e repleta de craques, também não conseguiu realizar o sonho de ser campeã do mundo. Jogadores como Zico, Falcão, Sócrates, Júnior e Leandro mereciam melhor sorte no Mundial da Espanha, mas pararam na Itália de Paolo Rossi nas quartas de final. Zico tornou-se o maior símbolo da geração de heróis sem títulos mundiais. O Galinho de Quintino também disputou a Copa de 1978, mas acabou perdendo a vaga para Jorge Mendonça. Em 1986, viajou para o México em precárias condições físicas e sofreu a maior decepção da sua extraordinária carreira ao desperdiçar o pênalti no tempo normal contra a França, no seu último jogo em Copas. O Brasil acabou eliminado, e Zico encerrou sua carreira na Seleção sem conquistar o título que sua carreira merecia. Zico conquistou muitas glórias pelo Flamengo, inclusive o título mundial de clubes, mas a frustração pelas copas perdidas nunca o abandonou. Sócrates e Júnior jogaram em 1982 e tiveram uma segunda chance em 1986. Falcão, o Rei de Roma, foi ao México, mas ficou na reserva. Apesar da frustração, Zico garante que essa não é uma de suas mágoas no futebol. Joguei e não ganhei. Fiquei mais magoado, por exemplo, de nunca ter disputado os Jogos Olímpicos, pois tive chance e não fui por questões políticas. Estrangeiros frustrados Johan Cruiyff foi o melhor de um time considerável imbatível, mas nem seu talento foi capaz de fazer a Holanda ganhar o título em 74. Ele acabou derrotado na final por uma aplicada Alemanha. O francês Michel Platini, em 1982 e 1986, o húngaro Puskas, em 1954, o português Eusébio, em 1966, também são exemplos de craques que conquistaram o mundo, mas que nunca tiveram o orgulho de erguer uma taça do mundo. Alguns grandes jogadores nem tiveram a chance de disputar uma Copa do Mundo. Ídolo de duas nações, Di Stefano não disputou um Mundial pela Argentina, seu país-natal. Na década de 40, foi prejudicado pela paralisação da competição devido à Segunda Guerra Mundial. Na década de 50, se transformou no maior ídolo da história do Real Madrid. Naturalizou-se espanhol e foi convocado para defender a Fúria em 1962. Mas, machucado, não disputou um jogo sequer no Chile. Agora será a vez de outros craques tentarem conquistar um título mundial, garantindo desde já que jamais integrarão esse seleto grupo, de craques sem Copas. Lionel Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo, por exemplo, ainda podem mudar suas histórias. Neste domingo, a dá o pontapé inicial na rumo ao hexacampeonato. A partir das 15h de Brasília , em Rostov, os comandados de Tite enfrentam a Suíça tendo, entre as grandes esperanças individuais, a principal delas no talento de Neymar. Veja também: Em vídeo publicado na sua conta oficial do Instagram, Neymar relembrou todos os momentos desde o lance nas quartas de final do Mundial de Brasil, quando deixou o gramado da Arena Castelão de maca rumo ao hospital após a joelhada de Zuñiga em suas costas. Depois, exaltou seus feitos por Barcelona, Paris Saint-Germain, a lesão recente no pé e ressaltou o desejo de ser hexa. Encontrei muitas dificuldades e me sinto um abençoado por chegar até aqui. Estou completamente feliz por estar não só ao lado de grandes profissionais e sim de grandes pessoas… não sei qual será o final, mas tenham certeza que vamos em busca da felicidade de um país. O sonho é nosso e eu não tenho medo nenhum de sonhar grande. Como de costume, as entrevistas coletivas dos jogadores de sempre reservam perguntas relacionadas a Cristiano Ronaldo. E neste domingo não foi diferente. Dois dias depois do empate contra a Espanha, com atuação inspirada do camisa sete, e se preparando para enfrentar Marrocos, os lusos tiveram o meio-campista Adrien Silva diante dos jornalistas, que não abandonaram a tradição. Além da qualidade técnica já conhecida, o meio-campista elencou a atitude, liderança e o espírito de grupo do capitão como pontos que fazem a diferença para o sucesso recente da delegação, que venceu a Eurocopa em 2016. Mas posso garantir que, além do que vocês podem ver, Cristiano Ronaldo é um exemplo para nós diariamente. Ele não é somente os gols que marca, mas uma inspiração por seu comportamento, liderança e como nosso capitão. É motivo de orgulho dividir vestiário com ele. Titular na campanha vitoriosa da Eurocopa de 2016, Silva perdeu espaço na seleção nos últimos dois anos, em grande parte por problemas burocráticos quando trocou o Sporting pelo Leicester. O clube inglês perdeu o prazo de inscrição e o jogador ficou impedido de atuar por cerca de seis meses. Mesmo assim, foi convocado para compor a delegação na e avaliou o empate no clássico ibérico. Claro que não era o que queríamos e acho que isso ficou evidenciado desde o início, não estávamos lá para perder o jogo, isso mostra o nosso caráter. Sabemos que não existem jogos fáceis. Vimos nos outros jogos que os favoritos tiveram dificuldades contra seus adversários. Agora estamos preparados para enfrentar o Marrocos, que não sofreu nenhum gol nas eliminatórias.