"Untitled Post" - Views: 39 · Hits: 39 - Type: Public

Nesse sonho eu estava indo a uma festinha particular na casa de uns amigos já em tempos de pandemia, essa casa ficava escondida entre dunas de areia e unida a outras casas de repouso, sendo a ultima a chegar já tinha encontrado os casais Fran e Zord, acho que o Duende e a Astreu, Fabio e a Nara, Tripa e a Thy, a Agnes estava, a Lala estava, o Jonas e a Carol... ate o Ali (meu ex companheiro) estava e o Eri (meu atual) e a Gabi com o Vicent e o Gatuno, amigos meus.. Tinha algumas pessoas que me eram desconhecidas e que estavam com uma vibração confusa no ambiente, mas todos estavam de fato se divertindo, eu entrei e coloquei minhas coisas numa recepção onde tinha uma mesa branca com algumas coisas já em cima como se fossem presentes.. Em outro momento sentei-me no sofá e abracei Zord e a Fran que estavam ao meu lado e do outro lado estava o Ali ele estava bronzeado e vestia um calção com um cinto de cadarço e uma regata e começava a fazer carinho no meu rosto e a acariciar minha mão e ele me parecia ter mudado, fazia esses gestos sem falar nada e então eu notava o olhar de preocupado do meu bem, mas não dizia nada também, me levantei em seguida para ir a sala e ver o que tava acontecendo de estranho com uma planta que agora estava sobre a mesa e se movia, ela era gigante e parecia ter sido tirada do chão e posta sobre a mesa, tinha uma haste floral longa com algumas folhinhas e no topo/final tinha uma flor com o seu interior aberto pois ali parecia ter algum bico longo e estava em movimento, ou ela era apenas uma planta carnívora exótica com capacidade de se locomover e reagir, ainda fazia um barulho muito tosco que a qualquer momento eu imaginava que fosse dar o bote, mas não cheguei a ver, porém tinha saído algo dela e quando corri meus olhos pelo chão vi um cachorro andando entusiasmado com o rabo balançando querendo brincar, passei minhas mãos por ele.. Sei que depois de tudo isso eu tinha me embriagado na recepção, mas estava tão esquisita que me deitava ao chão e me debatia, as vezes me contorcia, fechava a porta varias vezes, ria a toa, fazia coisas inconsequentes... Depois de ter observado a planta Ali veio falar algo comigo e retornamos a sala juntos sentando no mesmo lugar e Eri estava sozinho inquieto e tinha me chamado alto para falar algo e então eu disse: "pode falar meu bem, mas fale para mim", pois vi que ele estava alterado, a Lala e a Agnes estavam perto também além da Mi que tinha esquecido estar com a gente. Eri tinha me questionado o fato do que somos um do outro e perguntou se eu não estaria com ele, então eu senti e realmente percebi o que tinha feito, pedi compreensão e o abracei, em seguida demos um beijo tão louco que as meninas saíram de perto (risos) mas algo aconteceu em seguida quando estávamos distraídos, o Zord entrou as pressas dizendo que os "homi" (a polícia) estavam de tocaia do lado de fora observando o movimento para invadir... Todos se desesperaram, peguei logo minha bolsa e corri descalça para os fundos da casa, mas este estava escuro e sem saída, era só um espaço imenso onde poderia haver uma chacina.. Então observamos a lateral, eu e Eri ainda estávamos na fuga juntos, tinha umas aberturas de vidro e eu abri a porta para passarmos,as outras pessoas foram para outros cantos da casa tentar a fuga, mas a porta de vidro que abri dava para uma espécie de caminho de terra, estava escuro, só consegui enxergar pela luz de outras casas, de outros postes distantes ou ate a luz da lua que não via no céu e ele estava negro com seu manto estrelado, corri ate ficar atrás de um monte de areia e tentei ver a movimentação atrás de mim, mas parecia que não vinha ninguém e tinha uns amigos fazendo a mesma trilha, escutei um "psiu" por trás e olhei de relance com receio, mas era o Juba que estava um pouco distante também escondido nas margens de um rio fazendo sinal para irmos, nisso o Eri já não estava comigo, eu tinha sido a primeira a atender o chamado, escutando "cuidado, cuidado" do outro lado, mas passei agachadinha e depois que todos vieram fizemos uma caminhada pelo rio ate uma casinha. Nessa casinha estavam se refugiando todos os que estavam no rolê e ate os que eu não vi, mas não via Eri, tinha ficado preocupada e nessa casinha notei que tinham crianças, duas crianças que mais pareciam as minhas primas,  me pareciam perdidas, então sentada em uma pedra dentro da casinha que só era a estrutura de paus avistei de longe o Eri e o Pivete vindo tranquilamente, corri, corri num impulso de alívio e a namorada do Pivete fez o mesmo, abracei meu bem, pulei em cima dele, nos olhamos e eu perguntei: "como foi", mas não ouvi resposta, voltamos a casinha e o clima já estava tenso com outro problema, nada entendi... Tinham dois caras mal intencionados, com revolveres e armados de arrogância, estressados com algumas mulheres, queriam bater nelas e maltratá-las e queriam que ninguém se metesse e quando notei, todos os outros homens inclusive Eri não estavam mais por lá, só as manas para defender outras manas, mas não tínhamos forças para uma arma, eu ate levantei na esperança de contagiar todos com meu campo de prece, mas minha espiritualidade estava frágil pra isso e eu tinha bebido.. Nada adiantaria, só tinha pedido mil vezes por favor para que eles não as fizessem nenhum mal, mas eu via a fúria deles crescendo mais e mais e já sentiam raiva de todas nós por isso peguei as duas crianças que ainda estavam por la e corri, corri cansada e exausta com elas em meus braços pois cada uma parecia ter seus 5 a 6 anos, mas o caminho que fiz estava tão estranho, a minha mente estava tão confusa que quis voltar para tentar driblar os perseguidores, mas o pior aconteceu, dei de cara com eles no caminho, parece que seus alvos eram mesmo as crianças então eu tentei retornar e cai com elas num buraco que me distanciou um pouco deles mas nos machucaram bastante com a queda mesmo assim eu não desisti de concluir minha fuga, porém um dos caras já tinha sacado a arma e efetuado alguns disparos que acertaram algumas regiões do meu corpo, ele continuava fazendo disparos mas eu conseguia ver o percurso da bala e consequentemente desviava, mas elas sempre passavam de raspão me ferindo, mesmo assim consegui com que ele esvaziasse um cartucho e para minha surpresa tinham vindo preparados, colocou mais outro e mais disparos, mas eu já tinha chego no final do buraco que tinha uma brecha e me levou para um lugar vasto com um caminho de subida, eu corri para o alto mas eles vieram logo em seguida e agora as crianças pareciam mortas em meus braços, mas eu as carregava, sabia que não tinha chances, acho que eles me mataram também.

                                                                                                                                                                  - MaisonMoon